Atendimentos Terapêuticos

Momentos de transição, crises, angústias, confusões internas ou vontade de se reconectar com sua própria história podem nos levar a buscar apoio. Na terapia individual, construímos uma escuta sensível e horizontal, em que você é convidada(o) a explorar seus sentidos, afetos e escolhas. Valorizamos o que faz sentido para você, honrando suas experiências e identidades.

 

Alguns temas frequentes:

 

  • Ansiedade, estresse e exaustão emocional
  • Autoestima, autoconhecimento e tomada de decisões
  • Processos de luto e perdas simbólicas
  • Transições de ciclo de vida e busca de propósito;
  • Relações familiares, amorosas e profissionais

 

Estar em uma relação amorosa envolve encontro, encantamento, mas também desafios. Quando a escuta falha, quando o afeto se esconde atrás de conflitos, a terapia pode ajudar a reabrir caminhos. Nos encontros com casais, o foco está em promover um espaço de diálogo respeitoso e co-construção de sentidos, para que cada um possa se expressar e ser escutado. O objetivo não é “salvar” o relacionamento a qualquer custo, mas compreender o que está vivo entre o casal e apoiar decisões conscientes.

 

Acompanhamos casais que:

 

  • Estão vivendo crises de comunicação, ciúmes ou traições
  • Querem melhorar sua conexão emocional e sexual
  • Passam por transições como parentalidade, mudanças profissionais, separação
  • Desejam fortalecer o vínculo e o projeto de vida em comum

 

Famílias são sistemas vivos, cheios de complexidade, afetos e memórias. Às vezes, uma mudança em um membro impacta todos; outras vezes, a dinâmica familiar se torna fonte de dor, incompreensão ou conflito. A terapia familiar é um espaço para olhar juntos para as relações, compreendendo os padrões que se repetem, os silêncios que doem e as potências que ainda habitam aquele grupo.

 

Atuamos com:

 

  • Conflitos entre pais e filhos (de todas as idades)
  • Reconfiguração familiar após separações ou perdas
  • Desafios na convivência entre gerações
  • Apoio na parentalidade e nos processos de adoção
  • Famílias com questões ligadas à identidade de gênero, orientação sexual, neurodivergência ou saúde mental

 

Cada pessoa, casal ou família carrega uma história. Histórias de desafios, afetos, silêncios, rupturas, descobertas. Nos atendimentos terapêuticos, oferecemos um espaço seguro e respeitoso para que essas narrativas possam ser acolhidas, cuidadas e ressignificadas. A partir das abordagens colaborativo-dialógica e narrativa, acreditamos que o diálogo é transformador e que ninguém precisa caminhar só.

Como são os encontros?

Nem sempre é preciso iniciar um processo terapêutico contínuo para receber apoio. Às vezes, um único encontro pode fazer diferençaA escuta de emergência é um atendimento pontual, com duração de 1 hora e meia, voltado a quem deseja cuidar de um tema específico que está doendo, pesando ou gerando confusão neste momento. Pode ser uma tomada de decisão, um conflito relacional, uma conversa difícil que se aproxima, uma situação emocional que transbordou. A proposta é oferecer acolhimento, clareza e presença, respeitando os tempos e sentidos do cliente.

 

Exemplos de temas que podem ser trazidos:

 

  • Tomadas de decisão urgentes (pessoais ou profissionais)
  • Conflitos familiares ou de casal que pedem apoio pontual
  • Situações de crise emocional ou sobrecarga
  • Necessidade de conversar com alguém qualificado, com sigilo e sem julgamento

Esse encontro não substitui um processo terapêutico contínuo, mas pode ser uma bússola em momentos de neblina.

Toda família passa por desencontros. Às vezes, os conflitos se intensificam a ponto de afetar profundamente a convivência, o cuidado mútuo e o bem-estar emocional. A mediação de conflitos é um caminho possível quando o diálogo se rompe, mas ainda existe o desejo — mesmo que pequeno — de restaurar pontes. A partir de uma abordagem colaborativa, dialógica e restaurativa, a mediação cria um espaço seguro para que as partes possam se escutar de forma respeitosa, com apoio profissional e imparcial. O foco não está em apontar quem tem razão, mas em compreender as necessidades de cada um, reconstruir acordos e restaurar relações na medida do possível.

 

Exemplos de situações que podem ser mediadas:

 

  • Conflitos entre pais e filhos (adolescentes ou adultos)
  • Dificuldades na convivência entre irmãos, avós, sogras, enteados
  • Processos de separação e reconfiguração familiar
  • Decisões difíceis no cuidado de familiares idosos ou doentes
  • Heranças e partilhas que afetam os vínculos
  1. Entre mãe e filha adulta: reconectar depois de anos de silêncio. Após uma série de desentendimentos e acusações mútuas, mãe e filha passaram mais de dois anos sem se falar. Na mediação, foi possível resgatar o que ainda havia de vínculo e abrir espaço para que cada uma falasse de suas dores sem ser interrompida. Aos poucos, surgiram escutas mais generosas, reconhecimento mútuo e o desejo de construir uma nova forma de se relacionar.
  2. Entre irmãos: desacordo sobre os cuidados com o pai idoso. Três irmãos estavam em conflito sobre quem deveria cuidar do pai após um AVC. A tensão estava afetando profundamente a comunicação entre eles. No processo de mediação, puderam expressar suas exaustões, ressentimentos e medos. Com apoio profissional, conseguiram criar um acordo viável para dividir as responsabilidades de maneira mais justa, além de restabelecer o respeito nas interações.
  3. Entre ex-companheiros: parentalidade em tempos de separação. Um casal recém-separado não conseguia conversar sobre a rotina da filha pequena sem brigas. A mediação possibilitou que cada um nomeasse seus receios e frustrações, e juntos construíram um plano de convivência com foco no bem-estar da criança — com acordos claros sobre guarda, comunicação e tomada de decisões.
  4. Entre irmãos e a madrasta: tensões sobre partilha de bens? Após o falecimento do pai, os filhos do primeiro casamento entraram em conflito com a atual esposa dele sobre a divisão dos bens. O clima era de desconfiança e hostilidade. A mediação trouxe à tona histórias de dor não ditas, e ajudou o grupo a encontrar formas de fazer acordos que fossem legais, mas também respeitosos com a memória do pai e com os vínculos que haviam existido.

Os atendimentos podem ser presenciais ou online, sempre em encontros de 50 minutos a 1 hora. A frequência e duração do processo são combinadas conforme as necessidades e possibilidades de cada pessoa, casal ou família. Trabalhamos com ética, escuta qualificada e compromisso com a singularidade de cada história. Se quiser saber mais ou agendar uma conversa inicial, clique aqui.